

Dorme-meE as pálpebras do sono começam-me a levar. Toco um último acorde de guitarra sonolenta por entre dedos dormentes e uma palheta dorida. Estico as pernas que doem e moem com a sua dor localizada por entre as mais pequenas fibras dos meus músculos cansados.Dorme-me
Luto mais uma vez contra as pálpebras do sono que me começam a levar. Esfrego os olhos que repousam derrotados entre batalhas com as pálpebras do sono. É uma batalha até ao fim, uma batalha até à morte ensonada, encantada, exausta.
Levanto os braços que caem suplicando por sossego, suplicando pela tão merecida sesta, espreguiço-me vagarosamente enquanto fios fatigad


FarFor when little still holds on and one cares not for oneself, what is left? The illusion of a life, a life that we don’t live, oh it’s there. The dream is there. It’s always there. Unconscious, but there, somewhere, floating within our mind. When we lose that, what is left? The romantic perspective of a dream has always bothered me.Far
The dream is more than a walk in the park with your loved one as it is more than a dive in a pool of superficial things.
A dream is a perspective of life we would like to have, but don’t. It is how we would like to see life, how we would like to be, more than what we would like to have.


WordsWhenever I fill you With self acceptance You never Let me finish my sentenceWords
Drive me round in circles Round and around Words that I forgot Word buried in dust Or maybe…not Words thriving with lust Or still Words of despise Words in disguise
Words and words will Be served One for me For you, nil.
Whenever I spill on you Brimming expectance You always Finish my sentence
Words will not hush now Words refuse to bow They’ll let the circus pass by And they won’t deny They


O Medo e o Logro Parte IITudo parou. Sinto o meu estômago colar-se às minhas costas. Sinto o cabelo na parte de trás do meu pescoço a eriçar-se, como o de um gato enfurecido. Sinto algo a bater nas minhas pernas. Ouço algo a partir no silêncio do momento. O meu corpo é elevado no ar e embate secamente contra o chão. Está escuro aqui. Tenho medo, está tão escuro aqui… “Pobre coitado, sem abrigo parece-me. Estava todo esfarrapado. Coitado, tão novo… não merecia isto. Pobre, pobre coitado. Pelo menos não perdeu a perna, o que já não foi mau. Mas do que lhe serve a perna, se nunca acordar? É nestas alturas em que pergunto se há algum Deus. O bêbado que conduzO Medo e o Logro Parte II
Now... BEWARE!
Muito amori de minhe *
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I have a camera and I'm not afraid to use it!
Wáb IÚNHE
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